CONVIDADOS

Alan Stone Langdon, norte-americano radicado no Brasil, tem um conjunto de obras que transitam entre os meios de vídeo e artes visuais. É formado em Belas Artes pela Escola de Design de Rhode Island (EUA, 2000). Como cineasta realizou mais de 20 curtas-metragens, bem como o longa-metragem Sistema de Animação (2009), vencedor do Grande Prêmio na Mostra do Filme Livre (RJ, Brasil-2009). Atualmente cria vídeos em resposta a obras de performance, além de trabalhar como documentarista, montador e finalizador.

 

Ana Alonso é dançarina, professora, produtora e pesquisadora, com ênfase na dança contemporânea e improvisação. Formada em danceAbility (2011). Desde 2009 dedica-se ao Contato Improvisação (CI). Coordena o projeto Entrando em Contato e o Festival Transformando pela Prática. Integra o PlanoB coletivo de experimentações em movimento. Promove eventos, participa como bailarina e professora em Jams, festivais e outras ações de contato improvisação, improvisação e composição no Brasil e na América Latina. É doutoranda com pesquisa em dança no Programa de Pós-graduação em Teatro (PPGT), na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

Anderson do Carmo é artista e pesquisador da dança, licenciado e bacharel em teatro e mestrando no PPGT, na Udesc. Atuou como intérprete em obras de Diogo Vaz Franco, Marcela Reichelt e Milton de Andrade, bem como no Grupo Cena 11 Cia. de Dança. Coreografa e dança A Saudade é como Líquido que Transborda, ou, para Teresa (Prêmio Klauss Vianna 2011). Dirige o solo Frágil de Letícia de Souza (Prêmio Klauss Vianna 2016). É dramaturgista do solo Peso Bruto, de Jussara Belchior. Em 2016 realiza residência no Memorial Meyer Filho, iniciando o solo Ensaio sobre a Retórica. Assiste Sandra Meyer na direção do documentário Limiares: Anderson João Gonçalves. Escreve para blogs, sites, livros e publicações de dança. Escreve para o site Conectdance, da paulista Ana Francisca Ponzio, e para o caderno Plural, do Jornal Notícias do Dia, de Florianópolis.

 

Cia. de Dança Lápis de Seda foi criada em 2014, em Florianópolis (SC), a partir de uma perspectiva de valorização das diferenças individuais. Sob a direção da coreógrafa Ana Luiza Ciscato, que tem sólida experiência no ensino e na condução de grupos de dança inclusivos, reúne bailarinos com diferentes capacidades e formações. Cada integrante do grupo é parte fundamental do processo criativo, contribui a seu modo para a composição da obra. O trabalho parte de uma improvisação dirigida, aproveita-se as múltiplas formações que abrangem o balé clássico, a dança contemporânea, a afro, a técnica de danceAbility, além de bailarinos com pouca experiência anterior. A heterogeneidade enriquece a abordagem criativa, cede espaço para as diferentes formas de ser e estar na cena. 

 

Cristiano Prim é fotógrafo do teatro Ballhaus Naunynstraße em Berlim/Alemanha (2016). Fotógrafo do Projeto Brasil/The Sky Is Already Falling – HAU, em Berlim e Düsseldorf. Integrante do Grupo Cena 11 Cia. de Dança como fotógrafo e cenotécnico (1995-2014), atualmente realiza trabalhos de foto e vídeo para o grupo. Fotógrafo das principais escolas de dança de Florianópolis, como Arte.Dança, Bia Vilela e Garagem da Dança. Fotógrafo de shows nacionais como Elza Soares, João Bosco, Ney Matogrosso, Paulinho Moska, Ivete Sangalo, Arnaldo Antunes e o uruguaio Jorge Drexler. Fotógrafo de festivais, como o Festival Internacional de Música Contemporânea, Fita Floripa, Múltipla Dança, Baila Floripa, Palco Giratório e Floripa TAP. Coordenador da equipe fotográfica responsável pela cobertura da Maratona Cultural de Florianópolis. Licenciado em educação artística pela Udesc.

 

Daniela Alves é bailarina-criadora e professora de dança. Desde 2013, desenvolve trabalho solo a partir do projeto de pesquisa Direção Múltipla Virtual, criando uma ferramenta compositiva que se utiliza da colaboração de espectadores virtuais (Laboratório Corpo e Dança, direção de Jussara Xavier - Rumos Itaú Cultural 2012-2014). Em 2014, estreou o solo e o videodança Direção Múltipla (Elisabete Anderle 2013). Em 2015, participou do Festival Múltipla Dança e do projeto Tubo de Ensaio e, em 2016, circulou na região norte do País (Klauss Vianna 2014). Participou da fundação do Aplysia Grupo de Dança (1998-2008), integrando os espetáculos Universo Feminino (2004), Möbius (2006) e Projeto Social Aplysia (2003). Ministra aulas de balé clássico nas escolas Cenarium e Kirinus, em Florianópolis. Graduada em letras pela Universidade Federal de Santa Catarina.

 

Egon Seidler é graduado em artes cênicas pela Udesc (2007). Começa sua pesquisa em dança no ano de 2004, junto ao grupo de pesquisa Improvisação e Composição da Partitura do Ator-dançarino, sob a orientação de Milton de Andrade Jr. Em 2005, passa a integrar o grupo de pesquisa Mergulho no Corpo, sob a orientação de Zilá Muniz, permanecendo no Ronda Grupo de 2006 a 2016. Desde 2010, integra a Traço Cia. de Teatro, companhia que abraça seu projeto solo Aurora.

 

Entropia - Experiências Artísticas é um grupo de Florianópolis (SC), formado por seis artistas e acadêmicos(as) dos cursos de graduação e pós-graduação em teatro da Udesc. Constituído em 2014, o grupo dedica-se há três anos ao seu primeiro projeto Rinha, que desenvolve uma pesquisa prática do jogo como propulsor da cena a partir de investigações de uma linguagem híbrida entre dança e teatro. Esse foco de investigação se alia a ânsia de desenvolver um teatro de grupo que se encaixe às necessidades dos(as) envolvidos(as), de promover uma proposta estética coesa e de fomentar criações artísticas fora do âmbito acadêmico. Em 2014, o grupo foi contemplado com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna. Atualmente, o grupo tem duas criações: Rinha (2016) e Fome (2015).

 

Grupo Cena 11 Cia. de Dança surgiu e é radicado em Florianópolis (SC). Atua há 22 anos na produção artística de dança, tendo se tornado referência nacional e internacional da área. O objeto de pesquisa central do grupo é o modo de controle do corpo, esse definido como sujeito e objeto dele mesmo por meio do movimento. Com 14 obras estreadas entre 1994 e 2016, se impõe pela singularidade de suas propostas e criações em dança. Reconhecido com quatro prêmios da Associação paulista de Críticos de Arte (APCA), Prêmio Bravo, Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, Itaú Transmídia e Itaú Rumos Dança. Dirigido pelo coreógrafo e bailarino Alejandro Ahmed, destacam-se os trabalhos Violência, SkinnerBox, Pequenas Frestas de Ficção sobre Realidade Insistente, Carta de Amor ao Inimigo, Monotonia de Aproximação e Fuga para Sete Corpos e Protocolo Elefante.

 

Hedra Rockenbach é integrante do Grupo Cena 11 Cia. de Dança desde 1995, participando de todas as produções como responsável pela ambientação sonora e, a partir de 2003, também pela ambientação cênica (luz e cenário). Produz trilhas para peças teatrais, entre elas Pequeno Monólogo de Julieta (2009) e Quatro (2010) - Grupo Círculo; Pequeno Inventário de Impropriedades (2009), Meteoros (2012) e Esse Corpo Meu (2014) - Téspis Cia. de Teatro; Hipotermia (2014) - Nazareno Pereira; Ardoris (2014) - Ilustríssimos Senhores; Mergulho (2014) - Eranos. Participou como assistente de produção do espetáculo de Gerald Thomas O Cão que Insultava Mulheres, Kepler, the Dog (2008).

 

Inês Bogéa é diretora da São Paulo Companhia de Dança (SPCD). Doutora em artes (Unicamp, 2007), bailarina, documentarista, escritora e professora no curso de especialização arte na educação: teoria e prática da Universidade de São Paulo (USP). De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Atuou como crítica de dança da Folha de S. Paulo (2001 a 2007). Autora dos livros infantis: O Livro da Dança; Contos do Balé e Outros Contos do balé. Organizadora dos livros Oito ou Nove Ensaios sobre o Grupo Corpo; Passado-Futuro – Textos e Fotos sobre a São Paulo Companhia de Dança, entre outros. Foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e do programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (2007-2008). É autora de mais de 40 documentários sobre dança, entre eles Renée Gumiel, A Vida na Pele (2005), Maria Duschenes - o espaço do movimento (2006), e da série Figuras da Dança da SPCD.

 

Jussara Belchior é artista da dança. Em seu projeto solo Peso Bruto discute o estranhamento e preconceito que vive por ser uma bailarina gorda. É mestranda em teatro no PPGT na Udesc, onde pesquisa sobre a vitalidade do fazer artístico na repetição entre ensaios e apresentações. Integra o Grupo Cena 11 Cia. de Dança desde 2007. Em projetos paralelos, trabalhou como assistente de direção em Werwolf (2012), de Marcos Klann; como diretora em Pedaços de Vontade (2013), dançado por Cristina Schmitt; como co-diretora em Direção​ Múltipla (2014), de Daniela Alves e integrou o coletivo Mapas e Hipertextos no primeiro semestre de 2015. É formada pela PUC-SP em comunicação das artes do corpo. Estuda dança desde os seis anos.

 

Karina Collaço é graduada em matemática (UNI-BH). Artista, bailarina intérprete-criadora, professora de dança. Atua no projeto Real – espetáculo de teatro com o grupo Espanca – e no projeto Parquear, com o Dança Multiplex. Integrou os grupos Clube Ur=H0r (BH), Meia Ponta Cia. de Dança (BH), Cena 11 Cia. de Dança e Kaiowas (Florianópolis).  Concluiu o curso de danças clássicas, pela Álea Academia de Dança. Realizou direção coreográfica e preparação corporal do grupo Terceira Dança. Assistente de coreografia e preparadora corporal no espetáculo Quem Sou Eu, dirigido por Jacqueline Gimenes. Professora de dança contemporânea no Espaço Cultural Ambiente (BH); programa Ação de Formação Artística e Cultural da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte; Balé Jovem pela Fundação Clóvis Salgado (BH); Cia. Palácio das Artes (BH); Grupo Espanca; Cia. Kirinus, Escola Fabiano Silveira e Espaço Vida Saudável (os três em Florianópolis).

 

Key Sawao é bailarina, diretora e coreógrafa. Formação em dança contemporânea e práticas orientais de movimento. Criou, dirige e integra o núcleo Key Zetta e Cia. Pesquisa as relações entre o corpo, a memória e a imaginação, a potencialidade da síntese, os fluxos de movimento no corpo, percepção do tempo e suas variações e as possibilidades da comunicação. Criou os solos mudas - em processo; a partir da experiência com o grupo Tamanduá de Dança Teatro e seu diretor Takao Kusuno, em viagem ao Japão (2003); e Hana – Quanto Tempo. Recentemente mergulhou em estudos de movimento, dando continuidade a uma pesquisa própria. Com o núcleo Key Zetta e Cia. criou cerca de 11 peças, dentre elas Obrigado por Vir (2005/12), Vácuo (2012), Projeto Propulsão/o que faz viver: Seguinte (2013), SIM (2015).

 

Key Zetta e Cia. de São Paulo foi fundada pelos diretores Key Sawao e Ricardo Iazzetta, parceiros artísticos desde 1996, no sentido de construir um espaço que possa agregar outros dançarinos e artistas colaboradores em torno de propostas, criações, diálogos e  pesquisas. Entre as peças realizadas, destacam-se A Pé-Walking the Line, Obrigado por Vir, Permitido Sair e Entrar, SÓS, Vácuo-I, Impostor, projeto Propulsão/o que faz viver-sem título, projeto Propulsão/o que faz viver-Seguinte e SIM. Em 2015, a companhia criou sua primeira peça infantil: Para Todos os Seguintes. Recebeu importantes prêmios, como o da Associação Paulista do Críticos de Arte (APCA) em 2009 e 2013; Bolsa Vitae de Artes 98 para pesquisa em linguagem coreográfica, Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo 1a, 3a, 5a, 8a, 11a, 13a, 15a e 17a edições, Prêmio Funarte Klauss Vianna 2006/2009/2013, Cultura Inglesa Festival 2006/2012.

 

Mariana Pimentel é natural de Fortaleza (CE). Estudou no Royal Conservatory of Antwerp, Bélgica. Licenciada pela Escola Superior de Dança de Lisboa, mestre em cultura contemporânea e novas tecnologias pela Universidade Nova de Lisboa. Recebeu a bolsa Danceweb para o Festival Impulstanz em Viena/Áustria  (2011). Integra o coletivo Corposições que pesquisa o método composição em tempo real do artista português João Fiadeiro e o modo operativo AND da antropóloga brasileira Fernanda Eugenio. Atua na criação, gestão e produção de projetos independentes de dança. Integra a equipe de Artes Cênicas do Departamento de Cultura do Sesc Nacional, com a função principal de mobilizar a linguagem da dança nas unidades do Sesc de todo o Brasil, bem como, coordenar projetos como Palco Giratório e Sesc Dramaturgias.

 

Marila Velloso é artista da dança, professora do colegiado de dança do Campus Curitiba II da Unespar desde 1991. Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UFBA. Professora de Body Mind Centering, desenvolve pesquisa para a exploração do corpo, do espaço e do movimento. Co-criou o Fórum de Dança de Curitiba, além de ter sido representante da dança do Conselho Nacional de Politica Cultural/MinC (2014-2015). Foi coordenadora de dança da Fundação Cultural de Curitiba, entre 2005 e 2009.

 

Néri Pedroso é jornalista e diretora da NProduções, microempresa voltada para projetos no campo da cultura. Experiência em jornalismo cultural e na implantação de projetos jornalísticos, como cadernos e suplementos especiais. Edita o caderno Anexo, do jornal A Notícia (1989/1993 e 2000/2005); cria e implanta o caderno Plural do jornal Notícias do Dia (2008-2011). Escreve a coluna Mosaico no jornal Notícias do Dia. Autora dos livros Hassis e Coletiva de Artistas de Joinville: Construção Mínima de Memória. Integra a Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e a Academia Catarinense de Artes e Letras (Acla). Fundadora do Instituto Luiz Henrique Schwanke, que presidiu entre 2012-2014 e no qual hoje é vice-presidente. Assessora projetos selecionados por diferentes programas e editais de estímulo à cultura na esfera municipal, estadual e federal. Os mais recentes são Múltipla Dança e Tubo de Ensaio – Composição [Interseções + Intervenções].

 

Projeto Corpo, Tempo e Movimento. O ano de 2013 reuniu duas gerações de artistas interessadas em investigar as relações entre corpo, memória e cidade e suas implicações éticas, políticas e poéticas. O convite, formulado por Milene Duenha e Paloma Bianchi à Sandra Meyer e Diana Gilardenghi para criarem ações em dança, resultou no projeto Corpo, Tempo e Movimento, contemplado pelo Prêmio Elisabete Anderle/2014. Ao longo de 2016, seis diferentes trabalhos foram realizados em espaços públicos e em locais de circulação de arte da cidade de Florianópolis (SC): o espetáculo Narrativas em Dois Corpos; a composição urbana Dança Coral; a infiltração Linhamar; os solos S/Título e Greta; e a proposição O que É Estar Aqui?. O projeto estreou no Múltipla Dança 2016. Narrativas em Dois Corpos foi apresentado no 10º Seminário de Dança de Joinville (SC) e no FID - Fórum Internacional de Dança (MG). 


Rodolfo Lorandi é conselheiro setorial da dança de Florianópolis (2015–17), bacharel em educação física (Udesc, 2014). Bailarino e produtor da Grão Cia. de Dança. Professor de dança de Salão na Cenarium Escola de Dança. Parceiro de dança de Maria Claudia Reginato. Integrante do Banco do Tempo Florianópolis. Microempreendedor individual (arte e cultura) e diretor do projeto Miscelânea. Produtor da Circulação (2016–2017) dos espetáculos Karma e Moebius.

© 2016 Múltipla Dança.

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