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DIÁLOGOS

Representatividade e Fortalecimento das Setoriais de Dança em Santa Catarina

25 de maio, 19h, YouTube

Mediação: Maxwell Sandeer Flor (SC)

Com Elton Gomes (SC), Karin Serafin (SC) e Paola Zonta (SC)

 

Discussão sobre estratégias para a ampliação da representatividade, bem como, para o fortalecimento das Setoriais de Dança no estado de Santa Catarina.

Parceria:

Maxwell Sandeer Flor é graduado em educação física na Universidade do Extremo Sul Catarinense - Criciúma (Unesc); especialista em dança e consciência corporal (Gama Filho); MBA Gestão de Projetos (Unesc). Coreografou o Grupo The Laws, União Dança de Rua e a Cia. de Dança Unesc. Coordenou o Boi de Mamão do Laranjinha e da AFASC. Foi presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Criciúma. É produtor cultural, brincador e voluntário do Boi de Mamão da Unesc; voluntário da Casa do Hip-Hop de Criciúma; presidente da Associação Dança Criciúma e da Associação de Profissionais de Dança de Santa Catarina. Conselheiro Estadual de Cultura (2019/21).

 

Elton Gomes é conselheiro municipal de cultura representando a cadeira da dança. Presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Blumenau (2017/19 e 2019/21). Folclorista e coordenador do Grupo Folclórico Gartenstadt de Blumenau. Vice-presidente Instituto de Artes Integradas de Blumenau (Inarti), responsável pelos festivais Festfolk e Fenatib, realizados em Blumenau.

 

Karin Serafin é formada em artes visuais na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e em consultoria de moda no Senac. Integra o Grupo Cena 11 Cia. de Dança desde sua fundação, atualmente nas funções de assistente de direção e produção. Está no segundo mandato como representante da Setorial de Dança de Florianópolis no Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis (CMPCF). Como artista independente foi coreógrafa e intérprete dos trabalhos Eu Faço uma Dança que a Minha Mãe Odeia, Parte da Paisagem e ECO.

 

Paola Zonta é profissional da dança e produtora cultural. Pós-graduada em dança e consciência corporal, graduada em administração, com formação em balé clássico e nos Grades da Royal Academy of Dance de Londres. Diretora do Experimental de Dança de Pinhalzinho e do Centro de Arte de Paola Zonta. Foi contemplada em editais culturais e é pioneira na criação de espetáculos para circulação na região Oeste de Santa Catarina.

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Processos de Internacionalização:

Trajetórias e Abordagens de Festivais Brasileiros

26 de maio, 19h, YouTube

Mediação: Marta Cesar (SP)

Com Adriana Banana (MG), Cristina Castro (BA), Ernesto Gadelha (CE), Ederson Lopes (SP) e Mirtes Calheiros (SP)

Em meio ao fenômeno da globalização, como a dança pode expandir seus limites e empreender junto ao mercado internacional? Quais as possíveis parcerias estratégicas, os modos de entrada, as dificuldades encontradas nesse processo?

Adriana Banana é curadora, artista da dança e multimeios, produtora e pesquisadora. Doutoranda na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP). Bacharel em filosofia (UFMG), Mestre em dança (UFBA), especialização em dança pela Trisha Brown Dance Company (NY-EUA)/Bolsas APartes (Capes-MEC) e especialização em neurociências da aprendizagem (Uninove). Idealizadora, curadora e coordenadora do Fórum InterNacional de Dança (FID) criado em 1996. Atua como artista da cena desde 1989. Cofundou a Cia. de Dança Burra (MG), trabalhou com Alain Platel/Las Ballets C. de La B. (Bélgica). Em 1996, cofundou a associação Clube Ur=H0r. Recebeu prêmios como Prêmio Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA/2011); Bolsas Vitae de Artes 2000; Itaú Rumos Dança 2003/2004, 2009/2010; Medalha da Inconfidência do Governo de Minas Gerais (2005). 

 

Cristina Castro é gestora cultural, coreógrafa, dançarina e atriz. Coordenadora da área de planejamento, projetos e sustentabilidade do Teatro Vila Velha. Licenciada em dança (UFBA). Fundadora, diretora e curadora artística do Vivadança Festival Internacional (2007) e da plataforma Criações em Dança (2021). Premiada pela Unesco com o Prize for the Promotion of the Arts e pelo Ministério da Cultura do Brasil / Funarte com o Troféu Mambembe. Como dançarina profissional trabalhou em grupos independentes e no Balé Teatro Castro Alves. Fundou em 1998 no Teatro Vila Velha a Cia. Viladança. Em parceria com Arts Foudation/Joanna Lesnierowska e o Culture.pl criou o projeto Yanka Rudzka com ações no Brasil e na Polônia. Colaborou na coprodução do projeto Medo/Agnst, do coreógrafo alemão Ben Rieper e artistas do Brasil, EUA e Alemanha.

 

Ederson Lopes é formado em artes visuais. Ator, bailarino e performer da Cia. Artesãos do Corpo desde 1999. Instrutor de hatha yoga desde 2015. Artista da dança, pesquisa o corpo a partir de uma abordagem oriental através de práticas corporais e estudos teóricos e filosóficos. Produtor cultural e pesquisador com foco em dança contemporânea e arte urbana. Criador e diretor de produção do Visões Urbanas – Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas que já contou com artistas dos Estados de Alagoas, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia e de outros países como Argentina, Uruguai, Cuba, Portugal, França, Bélgica, Japão, Moçambique, Ucrânia, Espanha, Turquia, EUA e Alemanha. 

 

Ernesto Gadelha é diplomado em pedagogia da dança pelo Instituto de Danças Cênicas de Colônia, graduado em licenciatura em dança pela Universidade Federal do Ceará (UFC), pós-graduado em dança contemporânea pela Folkwang Hochschule (Alemanha) e mestrando em educação na UFC. Atua como professor de dança há mais de 25 anos. Atua como gestor, artista e curador, tendo exercido por quase 20 anos as funções de curador e diretor artístico-pedagógico da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Coordena a Coordenadoria de Conhecimento e Formação da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, onde, como servidor, exerce também a função de analista de cultura/dança.


Mirtes Calheiros é socióloga, bailarina e pesquisadora do movimento. Diretora da Cia. Artesãos do Corpo/Dança-Teatro. Coordenadora artística do Visões Urbanas – Festival Internacional de Dança em Paisagens Urbanas. Praticante de do-ho e seita-ho com o mestre Toshi Tanaka há 12 anos. No início de 2020 realizou a residência Estranhos Seres Nebulosos e Ilusórios em Washington DC – EUA, com alunos da George Washington University. Integra o Knyokay – grupo de estudos da cultura japonesa orientado pelo professor Michiko Okano. Estudou com mestres do butô Akira Kasai e Yoshito Ohno e fez aulas de teatro nô com a Escola Kaga-Hosho.